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Entenda como o retorno do seu portfólio de investimentos peer-to-peer evolui ao longo do tempo

O peer-to-peer lending (ou P2P Lending) é uma modalidade de investimento nova no Brasil, mas que está crescendo muito rápido devido aos retornos atrativos e também ao propósito de impacto que pode gerar na sociedade. O princípio que norteia o P2P Lending é a desintermediação bancaria, pois o investidor pode investir diretamente nas pequenas empresas, injetando recursos nas economia real. No entanto, por ser uma modalidade nova, ainda gera muitas dúvidas para os investidores interessados: Como saber se o meu portfólio está performando bem? Qual retorno devo esperar após as perdas com inadimplência?  O objetivo desse post é instruir o investidor a respeito da expectativa de retorno que pode obter e como o retorno do seu portfólio evolui ao longo do tempo.

O primeiro passo é entender na dinâmica do ciclo de vida de um portfólio peer-to-peer:

Como explicamos em um artigo anterior (https://www.nexoos.com.br/guia-de-investimentos/tir/), a Nexoos estima a sua TIR (taxa de retorno interno) aplicando regras de provisionamento que dependem do atraso do tomador no pagamento das parcelas.

Assim a TIR de um empréstimo, estimada num momento no tempo, depende do que já foi pago pelo tomador e do numero de dias de atraso naquele momento, se tiver atraso.

Ciclo de vida de um portfólio:

Imagina um portfólio que foi constituído em um período curto e que o investidor parou de investir até a maturidade do portfólio.

O ciclo possui 3 fases:

  1. Fase de investimento e primeiros meses: a carteira ainda jovem, não é impactada pelos atrasos, a TIR é próxima das taxas de juros média dos empréstimos
  2. Fase de maturação: o portfólio é impactado pelos atrasos e a inadimplência, as regras de provisionamento impactam o calculo da TIR.
  3. Fase de recuperação: a cobrança começa a trazer resultado com alguns tomadores que voltam a pagar (acordos) ou valores recuperados judicialmente. Na esfera judicial o prazo de espera tende a ser maior.

 

Gráfico meramente ilustrativo

Como esse perfil varia ao longo do tempo dependendo do risco médio da minha carteira?

Quanto menor o risco (ratings A e B): 

  • Menor é a potencial ‘perda’ entre a TIR inicial e a TIR final
  • Menor é a volatilidade da TIR final (diferença limitada entre o maior valor provável e o menor valor provável)

 

Quanto maior o risco (ratings C e D): 

  • Maior é a potencial ‘perda’ entre a TIR inicial e a TIR final
  • Maior é a volatilidade da TIR final (diferença importante entre o maior valor provável e o menor valor provável).

Conclusão, a performance de uma carteira de empréstimos peer-to-peer evolui ao longo do tempo. Acompanhe a TIR disponibilizada na sua conta Nexoos.

 

Bons investimentos!

2 comentários em “Entenda como o retorno do seu portfólio de investimentos peer-to-peer evolui ao longo do tempo”

  1. WANDERSON OLIVEIRA

    Gostaria de ter acesso às informações completas de inadimplência de todas as empresas que fizeram empréstimos através da Nexxos.
    Se possível, ter acesso ao perfil dessas empresas.
    O nome e o CNPJ da empresa não são importantes para que eu possa fazer a análise e tentar identificar o perfil de empresa que tem maior probabilidade de se tornar inadimplente.

  2. LUIZ HENRIQUE SANTOS DE PAULA

    A Tir está liquida do imposto de renda?
    Se não,onde obtenho a Tir liquida de imposto?
    Luiz Henrique

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