Long Short

Entenda como operar com o Long Short nos investimentos

Além das modalidades de aplicações como o Day Trade e os fundos de investimentos, o investidor possui uma variedade de estratégias para adotar ao começar a aplicar no mercado de risco, como o Long Short.

Como uma das opções mais adotadas, essa estratégia tem a vantagem de diminuir o risco das negociações das ações. Acompanhe o artigo abaixo e descubra a relação do Long Short com a arbitragem, além de entender como ele funciona.

Entenda a relação do Long Short com a arbitragem

Long Short, também conhecido como estratégia Long and Short, é uma abordagem em que o investidor negocia a compra de uma ação ao mesmo tempo que pretende vender outra.

Para entender melhor, o investidor deve conhecer o conceito de arbitragem financeira. Essa é uma operação em que há a compra de um título com a intenção de negociá-lo por um valor mais rentável, adquirindo o lucro. Sendo assim, a arbitragem é realizada com a intermediação de uma terceira pessoa, o investidor.

Sabendo dessa modalidade, o investidor pode utilizar a estratégia do Long Short para minimizar os riscos — lucrando com as oscilações do mercado. Ou seja, essa estratégia é considerada uma operação de arbitragem.

Como funciona?

Buscando aproveitar a relação existente entre os dois ativos, a estratégia Long Short ocorre quando uma ação é comprada (long) e outra negociada com um investidor (short).

Por ser uma operação que envolve dois papéis que possuem ligação, eles tendem a se comportar de maneira semelhante. Essa relação é chamada de índice beta e pode ser calculada pelo investidor ao escolher os melhores fundos Long Short.

A rentabilidade do investidor é conquistada pela diferença entre os valores das ações; e, por trabalhar com dois ativos, gera o sentimento de segurança. Ou seja, se um papel sofrer desvalorização a venda do outro recupera o prejuízo.

Para ajudar o cliente Nexoos a entender melhor essa operação, nós listamos os três principais processos pelos quais o investidor vai passar se quiser adotar o Long Short na sua carteira de ativos. Veja abaixo.

Aluguel da ação

Em vez de comprar, o investidor tem a opção de alugar títulos, no entanto, não são todos que estão disponíveis para esse tipo de transação. Antes planejar a operação de Long Short, certifique-se de que a ação é acessível — reservando capital para locação e garantia de custo.

Negociação de venda

Depois de concluída a compra ou o aluguel, você deve buscar por interessados em negociar. Para concluir o Long Short, atente-se ao valor ofertado e ao que você realmente necessita — determinado no planejamento — para não sair no prejuízo.

Compra de outra ação

Por último, você deve procurar por ações em que acredita que vão ser valorizadas em um curto período de tempo. Essa análise é chamada de long position, já que avalia os padrões de queda e tendências, além de implementar a análise fundamentalista — verificação do histórico da companhia, que pode influenciar a cotação.

Quais as vantagens dessa estratégia?

Os custos da estratégia Long Short vão da corretagem da negociação, incluindo o aluguel, até o pagamento de emolumentos da Bolsa de Valores (B3). Porém, essa operação gera várias vantagens ao investidor, confira a lista abaixo.

  • Não depende do desempenho da B3, somente das oscilações dos valores das ações;
  • Possibilita a operação tanto em momentos de alta como de baixa da economia,
  • Permite o aumento de ganhos (alavancagem), já que possui outro papel que será vendido como garantia.

Riscos

Apesar de ser vantajoso para os investidores e empreendedores — recebem aplicação de capital —, o Long Short apresenta alguns riscos, que também devem ser levados em consideração.

A primeira questão a ser mencionada é a análise do mercado, já que o investidor pode se equivocar na previsão e a ação sofrer desvalorização. Outro item a ser apontado são os custos da abordagem — taxa da B3, impostos, entre outros. Por isso, quando for aplicar é bom considerar todos os prós e contras.

Tipos de Long Short

Assim como existem fundos Long Short, essa estratégia pode ser utilizada em grande parte das ações negociadas na Bolsa de Valores, mas as operações mais comuns são:

  • Intrassetorial: negociação entre papéis de empresas do mesmo setor;
  • Ação ON X Ação PN: transação entre ações da mesma empresa (ordinárias e preferenciais),
  • Controlada X controladora: em companhias em que o capital é aberto e são controladas por outras empresas é comum que o investidor aproveite essa relação, comprando ações das duas empresas — minimizando os riscos.

Vale ressaltar que quanto mais próxima é a relação das empresas, menor é a rentabilidade. Isso se deve à proximidade das oscilações, por isso, o essencial é que as ações sejam ligadas, mas que apresentem variações distintas.

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